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	<title>Legendar.com.br &#187; Entrevistas</title>
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	<description>o site brasileiro sobre legendagem profissional</description>
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		<title>Entrevista com Ivo Korytowski, tradutor.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 04:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem usa o Babylon já passou por isto: você briga, briga, tentando encontrar a tradução adequada de uma palavra, e a resposta que você quer, aquela que melhor se encaixa no contexto da sua tradução está no glossário de Ivo Korytowski. O Legendar.com.br entrou em contato com o tradutor e fez esta entrevista.
Seu glossário no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem usa o <a href="http://affiliates.babylon.com/z/4117/CD1572/">Babylon</a> já passou por isto: você briga, briga, tentando encontrar a tradução adequada de uma palavra, e a resposta que você quer, aquela que melhor se encaixa no contexto da sua tradução está no glossário de <strong>Ivo Korytowski</strong>. O Legendar.com.br entrou em contato com o tradutor e fez esta entrevista.</p>
<p><strong>Seu glossário no Babylon sempre tem uma tradução diferente das traduções padrão que é exatamente aquela que estamos procurando. Onde você aprendeu inglês?</strong><br />
Na Cultura Inglesa.<span id="more-157"></span></p>
<p><strong> Como você começou como tradutor?<br />
</strong>Por acaso. Uma colega meu da RFFSA (Manoel Rodrigues) escreveu para a Editora Campus um livrinho pioneiro sobre microcomputadores. Num dia em que combinamos almoçar juntos, ele teve que passar antes na editora para resolver certo assunto. Lá, apresentou-me ao gerente  editorial da área de informática, fazendo elogios a mim. O gerente perguntou se eu gostaria de fazer uma tradução para eles. Eu disse que sim.</p>
<p><strong>Recentemente, você lançou um<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21467042/acordo+ortografico/?franq=167115"> livro sobre o acordo ortográfico (&#8220;Acordo Ortográfico&#8221;)</a>. Enquanto escritor, como você se sente em relação ao acordo ortográfico?</strong><br />
O acordo ortográfico (sobre o qual escrevi um livrinho esclarecedor  que convido todos a lerem) possui um objetivo simples: aproximar as grafias do Brasil e Portugal (e Angola e Moçambique), fazendo com que um texto, um livro editado lá não pareça esdrúxulo cá, e vice-versa. Por que, ao contrário das outras línguas &#8211; francês, espanhol, inglês&#8230; &#8211; o português haveria de ter duas ortografias oficiais?</p>
<p><strong>Você usa algum software para tradução? Recomenda algum dicionário?</strong><br />
Uso o Word. Recomendo o meu <a href="http://www.babylon.com/dictionary/17537/Ivo-Korytowski%27s-English-Portuguese-Translator%27s-Dictionary.html">Ivo Korytowski&#8217;s English-Portuguese Translator&#8217;s Dictionary</a> que pode ser acessado via Babylon. Muito útil também é o <a href="http://www.onelook.com/">One Look Dictionary Search</a>, que dá acesso a um sem-número de dicionários.</p>
<p><strong>Você já traduziu legendas?</strong><br />
Não, nunca traduzi legendas de filmes.</p>
<p><strong>Você é fã de alguma série? Tem alguma lista de filmes dos quais gosta muito?</strong><br />
Não acompanho nenhuma série (só uma ou outra novela ocasionalmente). Alguns dos melhores filmes de todos os tempos, na minha opinião: Tempos modernos, E o vento levou, Casablanca, Um corpo que cai, 2001 uma odisseia no espaço.</p>
<p><strong>Algo para terminar?<br />
</strong>Se alguém conhecer outro mecanismo além do Babylon onde eu possa disponibilizar o meu glossário (mas só via consulta de verbetes específicos, sem acesso ao glossário integral), por favor, <a href="http://literaturaeriodejaneiro.blogspot.com/">me informe</a>.</p>
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		<title>Outros caminhos da legendagem: entrevista com José Henrique Lamensdorf</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 02:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco se fala do mundo da legendagem para clientes corporativos, mas esse mercado existe. O Legendar.com.br  entrevistou José Henrique Lamensdorf (http://jh.lamensdorf.com.br/local/), um multitradutor que já legendou diversos vídeos de treinamento corporativo.
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Sua trajetória para trabalhar com legendagem é um pouco curiosa. Você pode contar como começou a legendar?
Em algum momento distante da minha carreira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco se fala do mundo da legendagem para clientes corporativos, mas esse mercado existe. O Legendar.com.br  entrevistou José Henrique Lamensdorf (<a href="http://jh.lamensdorf.com.br/local/">http://jh.lamensdorf.com.br/local/</a>), um multitradutor que já legendou diversos vídeos de treinamento corporativo.</p>
<p>=================================================</p>
<p><strong>Sua trajetória para trabalhar com legendagem é um pouco curiosa. Você pode contar como começou a legendar?</strong><br />
Em algum momento distante da minha carreira de tradução para dublagem, traduzi uma palestra do Tom Peters, aquele do livro &#8220;Vencendo a Crise&#8221;. Ele fala como uma metralhadora, é &#8220;indublável&#8221;. <span id="more-76"></span>Me pediram para &#8220;converter&#8221; o script em legendas. Eu achei que ficou uma porcaria, pedi que alguém especializado em legendas ajeitasse aquilo. Foi o que fizeram.</p>
<p>Em dublagem, sempre tive um zelo todo especial para preservar 100% do conteúdo. Se há um trocadilho, uma piada intraduzível, preciso repor. O som original não estará lá para justificar as risadas, mesmo que o espectador seja bilíngüe. Por isso eu tinha certo&#8230; desprezo não seria a melhor palavra aqui, pela legendagem; o filme perdia alguma coisa. Achei que isso justificaria o fato de tradutores para legendagem cobrarem menos que os para dublagem. Eu cobro exatamente a mesma coisa, apesar de o Sintra sugerir uma proporção de 2:1.</p>
<p>Comecei quando surgiu uma demanda de tradução para legendagem em inglês, filmes técnicos. Vi o que fiz, vi como ficou depois que alguém mais habilitado fez os devidos acertos. Estudei o que havia de normas a respeito, passei a observar como era feito na TV a cabo, criei coragem e passei a fazer. No começo eram só os textos, não sei como o pessoal marcava e aplicava depois. A certa altura, resolvi estudar um pouco de vídeo digital na Internet, baixei muitos ótimos freewares para trabalhar com vídeo, e em pouco tempo estava legendando e autorando DVDs até bem complexos, com uma qualidade que me surpreende até hoje.</p>
<p>É uma questão de postura. Em dublagem, trata-se de reconstruir a trilha sonora completa, para ter um filme falado em outro idioma. Em legendagem, trata-se de informar ao espectador da maneira mais concisa possível, para que lhe sobre tempo para ver as imagens do filme, o que as pessoas estão dizendo. O que demorei para perceber é que as legendas não têm expressão cênica. Sendo assim, basta transmitir o conteúdo da frase, despido de toda e qualquer figura de retórica; esta o espectador irá captar intuitivamente pela entonação do que se diz numa língua que ele não entende.</p>
<p>Resumindo, são dois chapéus diferentes para dublagem e legendagem, e só se pode usar um por vez.</p>
<p><strong>Você já trabalhou com legendagem de séries e filmes?</strong><br />
Séries, nunca. Pelo meu esquema de trabalho, meu custo é inviável para seriados de TV. Não, não estou me supervalorizando em relação aos colegas. Há gente mais rápida do que eu para trabalho onde o preciosismo com detalhes não é exigido.</p>
<p>Filmes de longa metragem, devo ter feito uma dúzia e meia ao todo, para experimentar. Pelo mesmo motivo, atualmente só me pedem para traduzir filmes de longa metragem quando um estúdio de dublagem quer se exibir com a métrica perfeita para alguma emissora. Mas não é nenhum privilégio meu. Na minha opinião, todos os colegas que traduzem para a Disney fazem tão bem quanto, se não fizerem ainda melhor do que eu.</p>
<p><strong>O que você acha do mercado de legendagem atualmente?</strong><br />
Só posso falar do mercado de vídeo corporativo, e com referência ao inglês como língua de origem. Há um fenômeno interessante acontecendo. Com a globalização, a Internet, muitas empresas estão investindo em cursos de inglês para seus funcionários. Em função disso, um número crescente dessas empresas está dando preferência a vídeos legendados. Como nesses vídeos, de um modo geral, se fala muito &#8211; afinal não há pancadaria, tiroteios, números de dança, perseguições, viagens intergalácticas, nada disso &#8211; mais do que nos filmes de TV, ver mais as imagens chega a ser um motivador adicional para o espectador tentar entender o inglês, se puder, a legenda servindo como bengala, muletas, ou uma cadeira de rodas, dependendo do seu domínio do idioma.</p>
<p>Isto, associado ao fato perene de que a legendagem custa em média 1/3 da dublagem, tem feito a legendagem crescer em relação à dublagem. Todavia, precisamos admitir que a legendagem não serve quando é fundamental manter os olhos na imagem, por exemplo em procedimentos de manutenção ou operação de equipamentos</p>
<p><strong>Fora o mercado da legendagem, em que outras áreas você trabalha? Quais delas considera mais promissoras para a tradução?</strong><br />
Minha especialidade principal é a localização completa de programas de treinamento de recursos humanos, área em que também presto consultoria. Então quando traduzo um filme de treinamento, se me solicitarem, também traduzo (ou crio) os materiais para o instrutor, apostilas etc. e faço a editoração eletrônica (DTP).Ultimamente tenho feito a &#8220;deslinearização&#8221; de vídeos de treinamento, aproveitando os enormes recursos de interatividade que o DVD oferece. O DVD poderá substituir com vantagem uma grande quantidade de apresentações em PowerPoint, se não todas.</p>
<p>É mais um hobby, mas também andei aprendendo sobre áudio digital. Apenas para manter a forma, quando me mandam um DVD para legendar (não só traduzir) e a trilha sonora deixa a desejar, o que é muito mais comum do que se pode imaginar, deixo uma grata surpresa para o cliente no áudio do seu DVD. Em geral, antes de começar a traduzir, elimino ruído se houver, e normalizo o volume se for necessário, para ter um material bom para trabalhar. No final, na hora de montar o vídeo ou o DVD, basta substituir a trilha sonora.</p>
<p>Vejo um mercado bem promissor em tradutores de assuntos especializados aprenderem a traduzir vídeo. Estamos numa era de comunicação intensa, e há muita gente realmente empenhada em viabilizar a transmissão de vídeo pela Internet. Falta pouco, o YouTube é prova disso. Por exemplo, em medicina, em breve um médico poderá ver em detalhe como um colega no outro lado do mundo faz uma certa intervenção. A palestra de um guru de economia, finanças ou administração poderá ser vista no mundo inteiro, em vários idiomas. Uma fábrica de equipamentos sofisticados poderá dar treinamento de instalação, operação e manutenção pela web aos funcionários de seus clientes. Tudo isso exige tradutores especializados nas respectivas áreas. Se essa comunicação vier em vídeo e não mais em livros, eles precisam estar preparados para isso. Observem que hoje em dia uma câmara de vídeo digital é algo muito acessível; nem tudo será em grandes produções cinematográficas.</p>
<p><strong>Você tem algum conselho a dar para quem está começando?</strong><br />
Começando? Teria muitos, especialmente quanto a ética e profissionalismo. Mas vamos nos limitar à legendagem, e ficar com apenas três.</p>
<p>Você irá aprender a fazer &#8220;isso&#8221; de algum modo. Pode ser num curso, através de leitura, tentativa e erro, vendo alguem fazer, uma combinação disso tudo, é indiferente. Por mais motivos que você tenha para acreditar que o que viu, leu, ou descobriu é verdade, acredite que não é a ÚNICA verdade. Se alguém faz algo de um certo jeito, em parte é porque aprendeu assim, mas no restante é porque seus talentos e seu jeito de ser ajudam a fazer dessa forma. Descubra o SEU PRÓPRIO jeito de fazer qualquer coisa, adapte, invente, faça melhor, e seja feliz.</p>
<p>Da mesma forma, não acredite em leis pétreas na legendagem. Cada produtora ou distribuidora pode ter suas normas, e é preciso segui-las, porém o que não for normatizado ficará a seu critério. Você irá encontrar por aí uma série de regras do tipo &#8220;não pode quebrar linhas/legendas assim ou assado&#8221;, &#8220;é preciso X segundos na tela para ler cada caractere&#8221;, &#8220;deve haver um intervalo de Y quadros entre uma legenda e outra&#8221;, etc. Muitas delas fazem sentido, e por trás delas você verá bons motivos imediatamente. Outras só fazem sentido às vezes. O fato é que quem fez essas regras pensou no geral, e provavelmente nunca viuespecificamente o filme que você está traduzindo hoje. Os filmes são produzidos como obras completas, e não &#8220;para serem legendados&#8221;. Em caso de dúvida, ou mesmo se não tiver dúvidas, aja sempre como o defensor do espectador. Se você não entendesse o idioma original do filme, como gostaria que ele estivesse legendado? Faça isso, e irá errar menos do que se apenas seguir cegamente as tais regras.</p>
<p>Finalmente, se tiver sido fornecido o script, use-o apenas como referência, como você usa o dicionário. Sei que há gente que simplesmente &#8220;passa&#8221; o script inteiro pelo Trados (ou pior ainda, Babelfish!), e depois vai &#8220;consertar&#8221;. Não pode ficar bom! Quem faz isso está mais preocupado em terminar, em ter o vídeo traduzido logo, do que com ajudar o espectador a entender os diálogos. O script ajuda muito, por exemplo, para descobrir rapidamente se o sujeito se chama Pollock ou Polak, especialmente se a cena final for um close na lápide do túmulo dele. Também ajuda quando o ruído se sobrepõe à fala. O script, se houver, é um recurso de apoio, não o documento original a traduzir.</p>
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		<title>Entrevista com a tradutora Marina Fragano Baird no G1</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 15:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi publicado no G1, uma entrevista com a tradutora Marina Fragano Baird.
&#8220;Você já se imaginou assistindo aos filmes antes de todo mundo? Pensou em ver obra que ainda nem entrou em cartaz nos cinemas ou que só é veiculada em círculos restritos? Ou em conhecer em primeira mão aquela película da Europa que foi debatidíssima? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado no G1, uma entrevista com a tradutora Marina Fragano Baird.</p>
<p>&#8220;Você já se imaginou assistindo aos filmes antes de todo mundo? Pensou em ver obra que ainda nem entrou em cartaz nos cinemas ou que só é veiculada em círculos restritos? Ou em conhecer em primeira mão aquela película da Europa que foi debatidíssima? Marina Fragano Baird, 53, faz tudo isso e, não, ela não é exatamente uma cinéfila&#8230;&#8221;</p>
<p>Leia a íntegra <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL195378-5604,00-VIAJAR+E+CONHECER+CULTURAS+AJUDAM+NO+TRABALHO+DIZ+TRADUTORA.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Alguns tradutores não querem dar entrevista para o Legendar.com.br. Sabe por quê?</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/12/05/alguns-tradutores-nao-querem-dar-entrevista-para-o-site-sabem-por-que/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 10:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Já aconteceu duas vezes. Chamei alguns tradutores muito conceituados no mercado para darem entrevistas para o site, e eles não aceitaram. Disseram que só aceitariam fazer entrevistas como as da série &#8220;Perfis de tradutores&#8221;, mas nada mais profundo. Pensei que fosse por medo de exposição na Internet ou coisa parecida, mas não é.
Coincidentemente, as duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já aconteceu duas vezes. Chamei alguns tradutores muito conceituados no mercado para darem entrevistas para o site, e eles não aceitaram. Disseram que só aceitariam fazer entrevistas como as da série &#8220;Perfis de tradutores&#8221;, mas nada mais profundo. Pensei que fosse por medo de exposição na Internet ou coisa parecida, mas não é.</p>
<p>Coincidentemente, as duas respostas foram algo como &#8220;Não quero dar uma entrevista amarga, que passe a sensação de baixo-astral.&#8221; Não fizemos as entrevistas, mas o fato de que bons tradutores que trabalham em tempo integral com legendagem estarem tendo MUITA dificuldade para se sustentarem, quanto menos para sustentarem suas famílias, já é uma notícia em si.</p>
<p>Isso precisa mudar. Alguém tem alguma sugestão de trazer mudanças ao mercado de legendagem brasileiro? Se sentir necessidade, pode escrever de forma anônima.</p>
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		<title>Perfis de Tradutores &#8211; Mariana Lopes</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A ENTREVISTADA: Mariana Lopes
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?
Eu gosto muito de ver TV. Acho que é por isso que gosto tanto de trabalhar com tradução para legendagem. Por mais que o programa ou filme que eu esteja fazendo tenha um conteúdo que não me interesse tanto, só o fato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ENTREVISTADA: Mariana Lopes</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?</strong><br />
Eu gosto muito de ver TV. Acho que é por isso que gosto tanto de trabalhar com tradução para legendagem. Por mais que o programa ou filme que eu esteja fazendo tenha um conteúdo que não me interesse tanto, só o fato de estar assistando a alguma coisa já me deixa à vontade. Gosto muito da tradução em si, pois acho que é um trabalho que ajuda as pessoas que não entendem nada de uma língua a entender alguma coisa.</p>
<p><strong>A partir de que idiomas você traduz? Faz versão?</strong><br />
Eu traduzo apenas do inglês para o português. Versões são raríssimas e escritas, não legendadas.</p>
<p><strong>GOOD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Quais os filmes ou séries mais legais que você traduz/traduziu?</strong><br />
Gostei muito de traduzir &#8220;De Volta para o Futuro&#8221; I e II. Sempre gostei <span id="more-68"></span>muito desses filmes. Gostei de traduzir também uma série chamada &#8220;Crianças do Milênio&#8221;. Era sobre crianças de diferentes lugares e classes do Reino Unido que nasceram no ano 2000. A produção acompanhava as crianças, e cada episódio abordava um tema. Muito interessante.</p>
<p><strong>Quais softwares você usa para legendar? Odeia ou ama algum deles?</strong><br />
Eu uso o Subtitle Workshop. Já usei o Subt-it, mas tive que mudar por questões de conversão de arquivo. Achava o Subt-it mais fácil para timear, pois só precisava usar uma tecla, mas o processo de timing em si do Subtitle Workshop é mais fácil. Eu sou uma pessoa muito adaptável, então, se eu tiver que mudar de software de novo, não vou me incomodar.</p>
<p><strong>Quais dicionários você costuma consultar?</strong><br />
Cambridge Dictionary e Michaelis.</p>
<p><strong>BAD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<strong>Scripts servem para alguma coisa?</strong><br />
Servem para tirar dúvidas. De vez em quando. Muitas vezes, o script só confunde. Eu confio muito mais nos meus ouvidos.</p>
<p><strong>Qual o pior filme que você já legendou?</strong><br />
Era uma série chamada &#8220;The World&#8217;s Wackiest Sports&#8221;. Três babacas machistas e preconceituosos ficavam vendo TV, procurando esportes idiotas de outros lugares no mundo para copiar. Geração &#8220;Jackass&#8221; em decadência.</p>
<p><strong>Qual o trecho ou frase mais intraduzível você já traduziu? </strong><br />
Não estou lembrando agora, mas geralmente são aquelas piadas que não fazem o menor sentido em português.</p>
<p><strong>Legendar é ___________________ ? (Preencha a lacuna)</strong><br />
Ter que explicar que eu não faço dublagem e ouvir que todas as legendas são uma porcaria.</p>
<p><strong>JABÁ</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Você anima festas infantis, vende salgadinhos, canta na noite ou faz algum outro bico? Quer deixar contato no site?<br />
</strong>Eu poderia dar aula, mas não tenho tempo. De repente, ano que vem&#8230;</p>
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		<title>Entrevista com Marcos Pereira, educador físico e fisioterapeuta</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/10/18/entrevista-com-marcos-pereira-educador-fisico-e-fisioterapeuta/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 00:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Marcos Pereira, educador físico e fisioterapeuta
CREF G RJ 04190 / CREFITO 9680-LTF Â 
Olá, Pereira. Antes de começarmos a entrevista, fale um pouco sobre seu trabalho e sua formação.
Olá, pessoal. Meu nome é Marcos Pereira, tenho 35 anos e atuo na área de saúde, de forma preventiva, há 12 anos. Tenho formação em Educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista com Marcos Pereira, educador físico e fisioterapeuta<br />
CREF G RJ 04190 / CREFITO 9680-LTF </strong>Â </p>
<p><strong>Olá, Pereira. Antes de começarmos a entrevista, fale um pouco sobre seu trabalho e sua formação.<br />
</strong>Olá, pessoal. Meu nome é Marcos Pereira, tenho 35 anos e atuo na área de saúde, de forma preventiva, há 12 anos. Tenho formação em Educação Física, pós-graduação em Fisiologia do Exercício/Avaliação Morfofuncional e sou formado, também, em Fisioterapia, especializado na área de Terapias Manuais.</p>
<p><strong>Tradutores de legenda passam o dia inteiro no computador. Qual tipo de problema isso pode causar?<br />
</strong>A postura na posição sentada, há muito já se sabe, gera diversas anomalias crônicas para coluna vertebral. Associadas a esta postura, muitas compensações são geradas pelo grande número de horas gastos diante de um monitor. Uma leve rotação, a flexão do tronco ou da coluna cervical, sentar com o quadril em retroversão (quase deitado na cadeira), sentar com pernas cruzadas de forma simétrica ou assimétrica, <span id="more-67"></span>atender o telefone preso ao ombro e cabeça, o ajuste inadequado do monitor, mouse, teclado e cadeira, enfim, são todas atitudes que influenciam em nossa postura e sobre as quais devemos ter atenção quando nos dedicamos a nossas atividades laborais na postura sentada.</p>
<p>A procura por ortopedistas e clínicas de fisioterapia vem a aumentando na medida em que a sociedade se torna cada vez mais sedentária. Sinais e sintomas são freqüentes nesta população, temos como exemplo, dores na região inferior da coluna lombar (lombalgias) e na parte superior da coluna vertebral (cervicalgias). Assim que as dores começam a &#8220;caminhar&#8221; para as extremidades é porque o problema está ficando cada vez mais grave, isso não quer dizer que uma dor localizada na coluna vertebral seja menos nociva do que a relatada acima; cada caso é um caso.</p>
<p><strong>O que você recomendaria para aliviar os males advindos do uso prolongado do computador?<br />
</strong>Uma medida simples e preventiva para evitar problemas futuros oriundos na coluna vertebral, devido ao fato de se estar muitas horas na postura sentada, seria realizar pequenas pausas durante o trabalho; fazer exercícios de alongamento para relaxar as musculaturas, que se encontram em tensão durante atividade laboral, mesmo quando em posição adequada. São simples ações que evitariam ou retardariam a procura ao um médico ou fisioterapeuta.</p>
<p>&#8220;Tempo é dinheiro&#8221;, quem já não ouviu essa frase antes? Na verdade quem tem como meta de vida esta frase, acaba gastando mais tempo pra tratar da saúde do que aquelas pessoas que investem seu tempo também em atitudes preventivas, como exercícios aeróbios, para melhoria do condicionamento cardiorespiratório e manuntenção do peso corporal; treinamento contra resistência (musculação), para fortalecimento dos músculos e aumento da massa magra que amenizaria a sarcopenia (descrécimo da capacidade neuromuscular com o avanço da idade).</p>
<p><strong>Manter uma rotina de exercícios pode ser muito difícil. Existe algum macete para encontrar tempo e não perder o pique?<br />
</strong>Para aquelas pessoas que por algum motivo não encontram tempo pra terem atividade física regular, vão algumas dicas:</p>
<ol>
<li>Uma caminhada, mesmo que você ache que será pouco tempo é melhor do que nenhuma.</li>
<li>Se você pega condução para ir ao trabalho, pegue-o um quarteirão antes e desça um quarteirão antes.</li>
<li>Suba alguns lances de escada por dia, será um excelente exercício tanto aeróbio quanto de força, para os membros inferiores.</li>
<li>Adquira uma bola de &#8220;pilates&#8221; e uma faixa elástica e terá uma enorme variação de exercícios para serem feitos tanto no seu local de trabalho como em casa.</li>
</ol>
<p>Mas lembrem-se: <strong>ANTES DE INCIAR QUALQUER ATITUDE PRO ATIVA PARA SUA SAÚDE PROCURE UM MÉDICO CARDIOLOGISTA E UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA.</strong></p>
<p><strong>Como as pessoas podem conhecer melhor seu trabalho?<br />
</strong>Divulgo meu trabalho e dou dicas de saúde no site <a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.pereirasrunners.com.br/" target="_blank">http://www.pereirasrunners.com.br/</a>. Através dele, eu e minha equipe forneceremos todo suporte de que você precisar. Quem quiser me contactar diretamente, pode enviar um e-mail para <a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:pereira@pereirasrunners.com.br" target="_blank">pereira@pereirasrunners.com.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Perfis de Tradutores &#8211; Marianna Tavares</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/07/30/perfis-de-tradutores-marianna-tavares/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 20:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.legendar.com.br//2007/07/30/perfis-de-tradutores-marianna-tavares/</guid>
		<description><![CDATA[A ENTREVISTADA: Marianna Tavares
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?
Sou tradutora, bacharel em Direito pela PUC-RJ, amo inglês e tenho a ligeira impressão de que ele também tem uma quedinha por mim. Trabalho há sete anos como tradutora da Gemini Media.
A partir de que idiomas você traduz? Faz versão?
Eu traduzo do inglês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ENTREVISTADA: Marianna Tavares</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?</strong><br />
Sou tradutora, bacharel em Direito pela PUC-RJ, amo inglês e tenho a ligeira impressão de que ele também tem uma quedinha por mim. Trabalho há sete anos como tradutora da Gemini Media.</p>
<p><strong>A partir de que idiomas você traduz? Faz versão?</strong><br />
Eu traduzo do inglês para o português, e já fiz espanhol também. Na verdade, só fiz versão uma vez.</p>
<p><strong>GOOD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Quais os filmes ou séries mais legais que você traduz/traduziu?</strong><br />
Todos sobre culinária. Jamie Oliver, Nigella e todos do Gordon Ramsay. Culinária e comédia são minhas especialidades. <span id="more-58"></span>Já traduzi muito South Park. Os filmes que eu mais gostei de traduzir foram dois do Woody Allen. Adorei fazer diversos documentários para o GNT como &#8220;Paixão Pelo Salto Alto&#8221;.</p>
<p><strong>Quais softwares você usa para legendar? Odeia ou ama algum deles?</strong><br />
No momento estou usando Subtitle Workshop e confesso que estou adorando. Acho que é uma questão de se adaptar. O tradutor/legendador depende muito do tempo. Nossos prazos são muito apertados. Ficar travando em um programa não por qualquer dúvida de tradução, pesquisa ou gramática, mas por problemas técnicos de um software é muito frustrante. Por esse motivo, quando um tradutor consegue se adaptar bem a um software, tem dificuldade em aceitar ou tentar aprender a usar um novo. Mas, claro, é muito importante progredir e aprender novas técnicas.</p>
<p><strong>Quais dicionários você costuma consultar?</strong><br />
Random House, Houaiss, Cambridge on line, Michaelis e diversos links que eu fui acumulando nesses 7 anos que trabalho com legendagem.</p>
<p><strong>BAD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<strong>Scripts servem para alguma coisa?</strong><br />
O tradutor pode até se guiar pelo script, mas jamais confiar plenamente nele. É muito raro um script estar completo ou correto.</p>
<p><strong>Qual o pior filme que você já legendou?</strong><br />
Foi um filme pornô alemão.</p>
<p><strong>Qual o trecho ou frase mais intraduzível você já traduziu? </strong><br />
Há coisas realmente complicadas, especialmente quando são piadas. Já tive que rebolar muito pra conseguir traduzir um trocadilho. No filme &#8220;Sintonia de Amor&#8221;, uma das personagens, uma garotinha (Jessica), fala em código usando apenas as letras iniciais. Numa cena, o pai pergunta onde está o amiguinho dela: Jessica&#8217;s Father: Jessica, this is your father. Tell us where he is, right this minute!  Jessica: &#8220;N.Y.&#8221; Sam Baldwin: What&#8217;s that? Jessica&#8217;s Father: &#8220;No way.&#8221;  Sam Baldwin: &#8220;That&#8217;s NW!&#8221;  Jessica: New York. He&#8217;s on his way to New York.<br />
Deve ter sido complicado traduzir isso&#8230;</p>
<p><strong>Legendar é ___________________ ? (Preencha a lacuna)</strong><br />
Fazer um malabarismo de palavras. Traduzir com fidelidade um texto, uma idéia ou um sentimento, mas com um grande limitador: o tempo.</p>
<p><strong>JABÁ</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Você anima festas infantis, vende salgadinhos, canta na noite ou faz algum outro bico? Quer deixar contato no site?<br />
</strong> <img src='http://www.legendar.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Minhas atividades profissionais se limitam a legendar. Mas confesso que como traduzo tanto programa de culinária, ando me aventurando na cozinha um bocado. Quem sabe o Gordon Ramsay vem me ajudar a montar um restaurante um dia?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perfis de Tradutores &#8211; Leonardo Neves</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/06/28/leonardo-neves-serie-perfil-de-tradutores/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 05:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.legendar.com.br//2007/06/28/leonardo-neves-serie-perfil-de-tradutores/</guid>
		<description><![CDATA[O ENTREVISTADO: Leonardo Neves
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?
Sou formado em Ciências Sociais pela UFRJ, pós-graduado em História das Relações Internacionais pela UERJ e tecnólogo em Comércio Exterior (UNESA incompleto). Tive contato com tradução fazendo pesquisas sobre Sociologia da Educação para o CNPq e fiz o curso de tradução do IBEU. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ENTREVISTADO: Leonardo Neves</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?</strong><br />
Sou formado em Ciências Sociais pela UFRJ, pós-graduado em História das Relações Internacionais pela UERJ e tecnólogo em Comércio Exterior (UNESA incompleto). Tive contato com tradução fazendo pesquisas sobre Sociologia da Educação para o CNPq e fiz o curso de tradução do IBEU. Lá, assisti a uma palestra da Drei Marc e entrei no ramo de legendagem. Quando abandonei o meio acadêmico em 2005, passei a legendar em full time.</p>
<p><strong>A partir de que idiomas você traduz? Faz versão?</strong><br />
Inglês. Nunca fiz versão.</p>
<p><strong>GOOD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Quais os filmes ou séries mais legais que você traduz/traduziu?</strong><br />
The 4400, Numb3rs, Crossing Jordan, Sleeper Cell, Heroes, Silêncio dos Inocentes, Drácula, A Lista de Schindler.<span id="more-53"></span></p>
<p><strong>Quais softwares você usa para legendar? Odeia ou ama algum deles?</strong><br />
Atualmente uso e adoro o Horse. Tive um péssimo contato com o Subtitle Workshop e, desde então, matenho distância dele.</p>
<p><strong>Quais dicionários você costuma consultar?</strong><br />
Possuo o Houaiss em papel e CD-ROM e o software Babylon.</p>
<p><strong>BAD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<strong>Scripts servem para alguma coisa?</strong><br />
Servem, sim. Naquelas frases onde não entendemos nada, o roteiro pode nos ajudar a identificar uma palavra, o que acaba facilitando o entendimento do resto da frase.</p>
<p><strong>Qual o pior filme que você já legendou?</strong><br />
O Corvo 3.</p>
<p><strong>Qual o trecho ou frase mais intraduzível você já traduziu? </strong><br />
&#8220;YouÂ´re not making me fell better&#8221; fica horrível qualquer tipo de tradução mais literal pela repetição de pronomes. E, por questões de espaço, qualquer frase que comece por &#8220;unlike him&#8221; ou &#8220;They told me that you&#8221;.</p>
<p><strong>Legendar é ___________________ ? (Preencha a lacuna)</strong><br />
Compartimentalizar.</p>
<p><strong>JABÁ</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Você anima festas infantis, vende salgadinhos, canta na noite ou faz algum outro bico? Quer deixar contato no site?<br />
</strong>Sou um dos produtores e DJs da festa Soundtrack, de trilhas sonoras de filmes, que acontece mensalmente no Rio de Janeiro. <a href="http://www.festasoundtrack.com">www.festasoundtrack.com </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Carla Luz, supervisora de qualidade da Drei Marc</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2006/09/07/entrevista-com-carla-luz-supervisora-de-qualidade-da-drei-marc/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Sep 2006 21:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[jmbrasil: Qual o prazo mais longo que você já deu para um tradutor para fazer um trabalho?
Carla Luz: O prazo mais longo que já dei para um tradutor experiente foi de 10 dias. Mas, o tradutor iniciante leva em média de 10 a 15 dias para finalizar um trabalho a contento.
jmbrasil: E o mais curto?
Carla [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>jmbrasil</strong>: Qual o prazo mais longo que você já deu para um tradutor para fazer um trabalho?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: O prazo mais longo que já dei para um tradutor experiente foi de 10 dias. Mas, o tradutor iniciante leva em média de 10 a 15 dias para finalizar um trabalho a contento.<span id="more-36"></span></p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: E o mais curto?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: Bom, o mais curto foi um longa-metragem que era urgente. Foi traduzido em 10 horas corridas, durante a madrugada.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Qual o percentual de tradutores que chora mais prazo no último dia do prazo?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: Para a nossa sorte, apenas 5%.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Quantos entregam trabalhos antes do prazo, no dia final do prazo e depois do prazo?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: A entrega antes do prazo tem um percentual muito baixo, apenas 5%. 90% dentro do prazo e 5% com até um dia de atraso.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: O que dá mais trabalho: lidar com os clientes da produtora ou com os tradutores?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: Não temos praticamente nenhum problema com nenhum dos dois. É claro que a parceria com os tradutores é mais fácil de administrar, porque somos nós que ditamos os prazos, enquanto com o cliente ocorre o inverso.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Existe algum vacilo que queime o filme de um tradutor?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: Descumprir um prazo sem informar. Trabalhamos com projetos que são em sua maioria urgentes e inegociáveis. Quando perdemos um tempo maior em uma das muitas etapas, o cronograma aperta e acabamos sacrificando o próximo profissional da escala. Ele terá que trabalhar com em prazo menor, mantendo a qualidade que exigimos.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Qual dica você daria para quem quer entrar no mercado de legendagem?<br />
<strong>Carla Luz</strong>: O mercado é exigente com relação às qualificações que esse prestador de serviços deve ter. O tradutor tem que estar muito bem preparado, porque legendagem é uma técnica e precisa ser muito bem dominada por esse profissional.</p>
<p>Outro ponto importante é saber atender às especificidades de cada cliente, respeitar padrões e orientações. É fundamental dominar o idioma que se pretende traduzir, e as exigências são enormes também quanto ao conhecimento da língua portuguesa.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Bruno Murtinho, um dos sócios do grupo 4 Estações.</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2006/07/22/entrevista-com-bruno-murtinho-um-dos-socios-do-grupo-4-estacoes/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Jul 2006 03:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para saber mais sobre legendagem eletrônica, visite o site do 4 Estações.
jmbrasil: O que a 4 Estações tem feito? Quais são os próximos projetos da 4 Estações?
Bruno Murtinho: Temos, basicamente trabalhado com legendagem eletrônica de mostras e festivais de cinema em todo o Brasil. A 4Estações surgiu em 2004 quando Isa Carvalho, César Alarcón e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para saber mais sobre legendagem eletrônica, visite o <a href="http://www.legendagem.net">site do 4 Estações</a>.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: O que a 4 Estações tem feito? Quais são os próximos projetos da 4 Estações?<br />
<strong>Bruno Murtinho</strong>: Temos, basicamente trabalhado com legendagem eletrônica de mostras e festivais de cinema em todo o Brasil. A 4Estações surgiu em 2004 quando Isa Carvalho, César Alarcón e eu nos juntamos para assumir a coordenação do Festival do Rio. Nesse período, a Daniela Dias estava conosco e era a &#8220;quarta estação&#8221; Todos nós tínhamos trabalhado muitos anos como tradutores e lançadores de legenda no Festival. À partir daí, fomos fazendo diversas mostras de pequeno e médio porte. Este ano, vamos fazer o Festival do Rio pela terceira vez seguida e a Mostra de São Paulo pela segunda. Estes são os dois maiores festivais do país com mais de 200 filmes cada um. De um tempo para cá, passamos a prestar serviços de interpretação simultânea e consecutiva para palestras e debates, uma demanda de alguns eventos para os quais prestávamos serviços. Assim, podemos apresentar um pacote completo na área de tradução, incluindo aí, tradução dos catálogos e afins.<span id="more-32"></span></p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Um serviço interessante oferecido por vocês é o de legendagem de peças de teatro e de óperas. Como isso funciona? O que o público acha da experiência de assistir a uma peça de teatro ou ópera legendada?<br />
<strong>Bruno Murtinho</strong>: Ópera, na verdade, nunca fizemos. E com teatro, apenas tivemos poucas experiências. Estamos tentando expandir essa área este ano. Legendar teatro tem suas peculiaridades, pois o texto original vai sendo mudado ao longo de uma temporada com cacos e supressões de texto. Então, quando pegamos um trabalho, o ideal é assistir ao ensaio para fazer alguns ajustes e conhecer bem a peça. Isso é importante, pois se um ator esquece o texto e pula um pedaço, saberemos onde procurar.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: No que diz respeito ao trabalho do tradutor, quais as diferenças entre legendagem eletrônica e legendagem feita para TV?<br />
<strong>Bruno Murtinho</strong>: Na legendagem eletrônica, um lançador fica dentro da sala, projetando as legendas (já traduzidas, claro) em tempo real à medida que o filme vai rolando. Na maioria das vezes, o lançador não teve a oportunidade de assistir ao filme antes, então, ele se guia por dicas, ou indicações visuais de cenas para ele poder acompanhar o que acontece. É muito curioso, pois isso permite que você lance um filme de uma língua exótica como japonês, russo ou farsi, sem entender uma palavra e sem uma legenda em inglês na tela como referência.</p>
<p>Por isso, há algumas diferenças em relação ao trabalho para TV, normalmente, a legenda é maior e fica aparente por mais tempo. Isso acontece para que o lançador tenha mais tranqüilidade para dar a entrada e saída da legenda. Atualmente, trabalhamos com limite de 37 caracteres por linha. A TV trabalha com trinta ou trinta e poucos. Ainda assim, é menor do que na tradução para a queima de legendas em película, que é de 42 caracteres.</p>
<p>O grande problema é quando a versão da VHS que veio para o tradutor é diferente da versão do filme em 35mm. Aí, o lançador pode se perder, mas acaba se achando. Quem já foi a um festival de cinema, é nesse momento e que as pessoas reclamam: &#8220;Cadê a legenda!&#8221; Não é um trabalho fácil, mas é bastante divertido.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Vocês contratam tradutores de todo o Brasil? Como fazer para procurar vocês?<br />
<strong>Bruno Murtinho</strong>: Atualmente, temos uma equipe no Rio e outra em São Paulo. Normalmente, trabalhamos com esse pessoal, mas também temos tradutores ou lançadores em Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e em Brasília. Se alguém quiser nos procurar, é só mandar um e-mail para <a href="mailto:4estacoes@legendagem.net">4estacoes@legendagem.net</a> ou visitar nosso site <a href="http://www.legendagem.net">www.legendagem.net</a>.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Vocês aceitam arquivos de legendas feitos com que programas?<br />
<strong>Bruno Murtinho</strong>: Muitas vezes, recebemos traduções de filmes em formatos de vários tipos de arquivos. Às vezes até em texto corrido ou em papel. Isso acontece muito com filmes clássicos. Mas em qualquer um dos casos, é necessário adaptar para o formato que utilizamos, realizar uma análise do material recebido para ver se bate com a versão que temos e inserir as dicas de cenas para o lançador se guiar.</p>
<p><strong>jmbrasil</strong>: Os tradutores recebem por caracteres ou por minutagem?<br />
<strong>Bruno Murtinho</strong>: Nós pagamos um valor fixo por longa ou por blocos de 10 minutos, depende do que conseguimos negociar com o evento. Creio que para o tradutor, o pagamento por tempo seja melhor. Atualmente, pagamos mais do que se paga na TV. Eu soube de tentativas de se pagar por caracteres e na base do que se paga na televisão, mas isso não deu certo, e por sorte, foi rechaçado pelo mercado. Mas estamos conseguindo valores melhores. Como nós três somos tradutores, é sempre interesse nosso, podermos pagar e receber um valor justo pelas traduções.</p>
]]></content:encoded>
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