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	<title>Legendar.com.br</title>
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	<description>o site brasileiro sobre legendagem profissional</description>
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		<title>Entrevista com Ivo Korytowski, tradutor.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 04:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem usa o Babylon já passou por isto: você briga, briga, tentando encontrar a tradução adequada de uma palavra, e a resposta que você quer, aquela que melhor se encaixa no contexto da sua tradução está no glossário de Ivo Korytowski. O Legendar.com.br entrou em contato com o tradutor e fez esta entrevista.
Seu glossário no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem usa o <a href="http://affiliates.babylon.com/z/4117/CD1572/">Babylon</a> já passou por isto: você briga, briga, tentando encontrar a tradução adequada de uma palavra, e a resposta que você quer, aquela que melhor se encaixa no contexto da sua tradução está no glossário de <strong>Ivo Korytowski</strong>. O Legendar.com.br entrou em contato com o tradutor e fez esta entrevista.</p>
<p><strong>Seu glossário no Babylon sempre tem uma tradução diferente das traduções padrão que é exatamente aquela que estamos procurando. Onde você aprendeu inglês?</strong><br />
Na Cultura Inglesa.<span id="more-157"></span></p>
<p><strong> Como você começou como tradutor?<br />
</strong>Por acaso. Uma colega meu da RFFSA (Manoel Rodrigues) escreveu para a Editora Campus um livrinho pioneiro sobre microcomputadores. Num dia em que combinamos almoçar juntos, ele teve que passar antes na editora para resolver certo assunto. Lá, apresentou-me ao gerente  editorial da área de informática, fazendo elogios a mim. O gerente perguntou se eu gostaria de fazer uma tradução para eles. Eu disse que sim.</p>
<p><strong>Recentemente, você lançou um<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21467042/acordo+ortografico/?franq=167115"> livro sobre o acordo ortográfico (&#8220;Acordo Ortográfico&#8221;)</a>. Enquanto escritor, como você se sente em relação ao acordo ortográfico?</strong><br />
O acordo ortográfico (sobre o qual escrevi um livrinho esclarecedor  que convido todos a lerem) possui um objetivo simples: aproximar as grafias do Brasil e Portugal (e Angola e Moçambique), fazendo com que um texto, um livro editado lá não pareça esdrúxulo cá, e vice-versa. Por que, ao contrário das outras línguas &#8211; francês, espanhol, inglês&#8230; &#8211; o português haveria de ter duas ortografias oficiais?</p>
<p><strong>Você usa algum software para tradução? Recomenda algum dicionário?</strong><br />
Uso o Word. Recomendo o meu <a href="http://www.babylon.com/dictionary/17537/Ivo-Korytowski%27s-English-Portuguese-Translator%27s-Dictionary.html">Ivo Korytowski&#8217;s English-Portuguese Translator&#8217;s Dictionary</a> que pode ser acessado via Babylon. Muito útil também é o <a href="http://www.onelook.com/">One Look Dictionary Search</a>, que dá acesso a um sem-número de dicionários.</p>
<p><strong>Você já traduziu legendas?</strong><br />
Não, nunca traduzi legendas de filmes.</p>
<p><strong>Você é fã de alguma série? Tem alguma lista de filmes dos quais gosta muito?</strong><br />
Não acompanho nenhuma série (só uma ou outra novela ocasionalmente). Alguns dos melhores filmes de todos os tempos, na minha opinião: Tempos modernos, E o vento levou, Casablanca, Um corpo que cai, 2001 uma odisseia no espaço.</p>
<p><strong>Algo para terminar?<br />
</strong>Se alguém conhecer outro mecanismo além do Babylon onde eu possa disponibilizar o meu glossário (mas só via consulta de verbetes específicos, sem acesso ao glossário integral), por favor, <a href="http://literaturaeriodejaneiro.blogspot.com/">me informe</a>.</p>
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		<title>Scriba Traduções levará curso de legendagem a São Paulo</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2008/11/12/scriba-traducoes-levara-curso-de-legendagem-a-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 01:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Scriba Traduções está levando seu curso de legendagem para São Paulo. O curso será de 29 de janeiro a 13 de fevereiro de 2009 na DOTCorporation (Av. Paulista), em São Paulo, e totalizará 36 horas de aulas.
As informações completas sobre o curso e as inscrições estão em: http://www.scribatraducoes.com.br/cursos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Scriba Traduções está levando seu curso de legendagem para São Paulo. O curso será de 29 de janeiro a 13 de fevereiro de 2009 na DOTCorporation (Av. Paulista), em São Paulo, e totalizará 36 horas de aulas.</p>
<p>As informações completas sobre o curso e as inscrições estão em: http://www.scribatraducoes.com.br/cursos</p>
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		<title>Para trabalhar com legendagem</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2008/08/30/para-trabalhar-com-legendagem/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 22:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre aparecem comentários em diversos posts perguntando sobre como trabalhar com legendas. A resposta que dou é sempre a mesma: entre em contato com as empresas listadas em http://www.legendar.com.br/empresas/.
Boa sorte a todos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre aparecem comentários em diversos posts perguntando sobre como trabalhar com legendas. A resposta que dou é sempre a mesma: entre em contato com as empresas listadas em <a href="http://www.legendar.com.br/empresas/">http://www.legendar.com.br/empresas/</a>.</p>
<p>Boa sorte a todos.</p>
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		<title>Outros caminhos da legendagem: entrevista com José Henrique Lamensdorf</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2008/06/02/outros-caminhos-da-legendagem-entrevista-com-jose-henrique-lamensdorf/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 02:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco se fala do mundo da legendagem para clientes corporativos, mas esse mercado existe. O Legendar.com.br  entrevistou José Henrique Lamensdorf (http://jh.lamensdorf.com.br/local/), um multitradutor que já legendou diversos vídeos de treinamento corporativo.
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Sua trajetória para trabalhar com legendagem é um pouco curiosa. Você pode contar como começou a legendar?
Em algum momento distante da minha carreira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco se fala do mundo da legendagem para clientes corporativos, mas esse mercado existe. O Legendar.com.br  entrevistou José Henrique Lamensdorf (<a href="http://jh.lamensdorf.com.br/local/">http://jh.lamensdorf.com.br/local/</a>), um multitradutor que já legendou diversos vídeos de treinamento corporativo.</p>
<p>=================================================</p>
<p><strong>Sua trajetória para trabalhar com legendagem é um pouco curiosa. Você pode contar como começou a legendar?</strong><br />
Em algum momento distante da minha carreira de tradução para dublagem, traduzi uma palestra do Tom Peters, aquele do livro &#8220;Vencendo a Crise&#8221;. Ele fala como uma metralhadora, é &#8220;indublável&#8221;. <span id="more-76"></span>Me pediram para &#8220;converter&#8221; o script em legendas. Eu achei que ficou uma porcaria, pedi que alguém especializado em legendas ajeitasse aquilo. Foi o que fizeram.</p>
<p>Em dublagem, sempre tive um zelo todo especial para preservar 100% do conteúdo. Se há um trocadilho, uma piada intraduzível, preciso repor. O som original não estará lá para justificar as risadas, mesmo que o espectador seja bilíngüe. Por isso eu tinha certo&#8230; desprezo não seria a melhor palavra aqui, pela legendagem; o filme perdia alguma coisa. Achei que isso justificaria o fato de tradutores para legendagem cobrarem menos que os para dublagem. Eu cobro exatamente a mesma coisa, apesar de o Sintra sugerir uma proporção de 2:1.</p>
<p>Comecei quando surgiu uma demanda de tradução para legendagem em inglês, filmes técnicos. Vi o que fiz, vi como ficou depois que alguém mais habilitado fez os devidos acertos. Estudei o que havia de normas a respeito, passei a observar como era feito na TV a cabo, criei coragem e passei a fazer. No começo eram só os textos, não sei como o pessoal marcava e aplicava depois. A certa altura, resolvi estudar um pouco de vídeo digital na Internet, baixei muitos ótimos freewares para trabalhar com vídeo, e em pouco tempo estava legendando e autorando DVDs até bem complexos, com uma qualidade que me surpreende até hoje.</p>
<p>É uma questão de postura. Em dublagem, trata-se de reconstruir a trilha sonora completa, para ter um filme falado em outro idioma. Em legendagem, trata-se de informar ao espectador da maneira mais concisa possível, para que lhe sobre tempo para ver as imagens do filme, o que as pessoas estão dizendo. O que demorei para perceber é que as legendas não têm expressão cênica. Sendo assim, basta transmitir o conteúdo da frase, despido de toda e qualquer figura de retórica; esta o espectador irá captar intuitivamente pela entonação do que se diz numa língua que ele não entende.</p>
<p>Resumindo, são dois chapéus diferentes para dublagem e legendagem, e só se pode usar um por vez.</p>
<p><strong>Você já trabalhou com legendagem de séries e filmes?</strong><br />
Séries, nunca. Pelo meu esquema de trabalho, meu custo é inviável para seriados de TV. Não, não estou me supervalorizando em relação aos colegas. Há gente mais rápida do que eu para trabalho onde o preciosismo com detalhes não é exigido.</p>
<p>Filmes de longa metragem, devo ter feito uma dúzia e meia ao todo, para experimentar. Pelo mesmo motivo, atualmente só me pedem para traduzir filmes de longa metragem quando um estúdio de dublagem quer se exibir com a métrica perfeita para alguma emissora. Mas não é nenhum privilégio meu. Na minha opinião, todos os colegas que traduzem para a Disney fazem tão bem quanto, se não fizerem ainda melhor do que eu.</p>
<p><strong>O que você acha do mercado de legendagem atualmente?</strong><br />
Só posso falar do mercado de vídeo corporativo, e com referência ao inglês como língua de origem. Há um fenômeno interessante acontecendo. Com a globalização, a Internet, muitas empresas estão investindo em cursos de inglês para seus funcionários. Em função disso, um número crescente dessas empresas está dando preferência a vídeos legendados. Como nesses vídeos, de um modo geral, se fala muito &#8211; afinal não há pancadaria, tiroteios, números de dança, perseguições, viagens intergalácticas, nada disso &#8211; mais do que nos filmes de TV, ver mais as imagens chega a ser um motivador adicional para o espectador tentar entender o inglês, se puder, a legenda servindo como bengala, muletas, ou uma cadeira de rodas, dependendo do seu domínio do idioma.</p>
<p>Isto, associado ao fato perene de que a legendagem custa em média 1/3 da dublagem, tem feito a legendagem crescer em relação à dublagem. Todavia, precisamos admitir que a legendagem não serve quando é fundamental manter os olhos na imagem, por exemplo em procedimentos de manutenção ou operação de equipamentos</p>
<p><strong>Fora o mercado da legendagem, em que outras áreas você trabalha? Quais delas considera mais promissoras para a tradução?</strong><br />
Minha especialidade principal é a localização completa de programas de treinamento de recursos humanos, área em que também presto consultoria. Então quando traduzo um filme de treinamento, se me solicitarem, também traduzo (ou crio) os materiais para o instrutor, apostilas etc. e faço a editoração eletrônica (DTP).Ultimamente tenho feito a &#8220;deslinearização&#8221; de vídeos de treinamento, aproveitando os enormes recursos de interatividade que o DVD oferece. O DVD poderá substituir com vantagem uma grande quantidade de apresentações em PowerPoint, se não todas.</p>
<p>É mais um hobby, mas também andei aprendendo sobre áudio digital. Apenas para manter a forma, quando me mandam um DVD para legendar (não só traduzir) e a trilha sonora deixa a desejar, o que é muito mais comum do que se pode imaginar, deixo uma grata surpresa para o cliente no áudio do seu DVD. Em geral, antes de começar a traduzir, elimino ruído se houver, e normalizo o volume se for necessário, para ter um material bom para trabalhar. No final, na hora de montar o vídeo ou o DVD, basta substituir a trilha sonora.</p>
<p>Vejo um mercado bem promissor em tradutores de assuntos especializados aprenderem a traduzir vídeo. Estamos numa era de comunicação intensa, e há muita gente realmente empenhada em viabilizar a transmissão de vídeo pela Internet. Falta pouco, o YouTube é prova disso. Por exemplo, em medicina, em breve um médico poderá ver em detalhe como um colega no outro lado do mundo faz uma certa intervenção. A palestra de um guru de economia, finanças ou administração poderá ser vista no mundo inteiro, em vários idiomas. Uma fábrica de equipamentos sofisticados poderá dar treinamento de instalação, operação e manutenção pela web aos funcionários de seus clientes. Tudo isso exige tradutores especializados nas respectivas áreas. Se essa comunicação vier em vídeo e não mais em livros, eles precisam estar preparados para isso. Observem que hoje em dia uma câmara de vídeo digital é algo muito acessível; nem tudo será em grandes produções cinematográficas.</p>
<p><strong>Você tem algum conselho a dar para quem está começando?</strong><br />
Começando? Teria muitos, especialmente quanto a ética e profissionalismo. Mas vamos nos limitar à legendagem, e ficar com apenas três.</p>
<p>Você irá aprender a fazer &#8220;isso&#8221; de algum modo. Pode ser num curso, através de leitura, tentativa e erro, vendo alguem fazer, uma combinação disso tudo, é indiferente. Por mais motivos que você tenha para acreditar que o que viu, leu, ou descobriu é verdade, acredite que não é a ÚNICA verdade. Se alguém faz algo de um certo jeito, em parte é porque aprendeu assim, mas no restante é porque seus talentos e seu jeito de ser ajudam a fazer dessa forma. Descubra o SEU PRÓPRIO jeito de fazer qualquer coisa, adapte, invente, faça melhor, e seja feliz.</p>
<p>Da mesma forma, não acredite em leis pétreas na legendagem. Cada produtora ou distribuidora pode ter suas normas, e é preciso segui-las, porém o que não for normatizado ficará a seu critério. Você irá encontrar por aí uma série de regras do tipo &#8220;não pode quebrar linhas/legendas assim ou assado&#8221;, &#8220;é preciso X segundos na tela para ler cada caractere&#8221;, &#8220;deve haver um intervalo de Y quadros entre uma legenda e outra&#8221;, etc. Muitas delas fazem sentido, e por trás delas você verá bons motivos imediatamente. Outras só fazem sentido às vezes. O fato é que quem fez essas regras pensou no geral, e provavelmente nunca viuespecificamente o filme que você está traduzindo hoje. Os filmes são produzidos como obras completas, e não &#8220;para serem legendados&#8221;. Em caso de dúvida, ou mesmo se não tiver dúvidas, aja sempre como o defensor do espectador. Se você não entendesse o idioma original do filme, como gostaria que ele estivesse legendado? Faça isso, e irá errar menos do que se apenas seguir cegamente as tais regras.</p>
<p>Finalmente, se tiver sido fornecido o script, use-o apenas como referência, como você usa o dicionário. Sei que há gente que simplesmente &#8220;passa&#8221; o script inteiro pelo Trados (ou pior ainda, Babelfish!), e depois vai &#8220;consertar&#8221;. Não pode ficar bom! Quem faz isso está mais preocupado em terminar, em ter o vídeo traduzido logo, do que com ajudar o espectador a entender os diálogos. O script ajuda muito, por exemplo, para descobrir rapidamente se o sujeito se chama Pollock ou Polak, especialmente se a cena final for um close na lápide do túmulo dele. Também ajuda quando o ruído se sobrepõe à fala. O script, se houver, é um recurso de apoio, não o documento original a traduzir.</p>
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		<title>Está caro, mas não ABSURDAMENTE caro.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 20:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O Submarino está fazendo uma promoção boa. Está vendendo o Office 2007 Home &#38; Student, que pode ser instalado em 3 computadores da mesma residência, a R$ 199,00, em 12 vezes no cartão.
A versão Home &#38; Student inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote. O Word já facilita bastante os trabalhos de legendagem.
NOTA: Há leitores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/games_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=12&amp;ProdId=1862064&amp;ST=SR&amp;franq=167115" target="_blank"><img src="http://i.s8.com.br/images/games/cover/img4/1862064.jpg" /></a></p>
<p>O Submarino está fazendo uma promoção boa. Está vendendo o <strong><a href="http://www.submarino.com.br/games_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=12&amp;ProdId=1862064&amp;ST=SR&amp;franq=167115" target="_blank">Office 2007 Home &amp; Student</a>, que pode ser instalado em 3 computadores da mesma residência</strong>, a R$ 199,00, em 12 vezes no cartão.</p>
<p>A versão Home &amp; Student inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote. O Word já facilita bastante os trabalhos de legendagem.</p>
<p>NOTA: Há leitores que encontraram a mesma versão de Office mais barato em sites como o <a href="http://www.boadica.com.br">Boadica</a>, mas o pagamento precisa ser feito à vista.</p>
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		<title>Vaga para estagiário no setor de correção da Drei Marc</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2008/03/09/vaga-para-estagiario-no-setor-de-correcao-da-drei-marc/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 23:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Drei Marc está em busca de um estagiário para o setor de correção. Candidatos devem conhecer bem os softwares Horse e Subtitle Workshop (se possível, também o Systimes), ter bons conhecimentos de português, inglês e informática. Interessados devem enviar currículos para mleite@dreimarc.com.br.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Drei Marc está em busca de um estagiário para o setor de correção. Candidatos devem conhecer bem os softwares Horse e Subtitle Workshop (se possível, também o Systimes), ter bons conhecimentos de português, inglês e informática. Interessados devem enviar currículos para mleite@dreimarc.com.br.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com a tradutora Marina Fragano Baird no G1</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/12/25/entrevista-com-a-tradutora-marina-fragano-baird-no-g1/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 15:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi publicado no G1, uma entrevista com a tradutora Marina Fragano Baird.
&#8220;Você já se imaginou assistindo aos filmes antes de todo mundo? Pensou em ver obra que ainda nem entrou em cartaz nos cinemas ou que só é veiculada em círculos restritos? Ou em conhecer em primeira mão aquela película da Europa que foi debatidíssima? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado no G1, uma entrevista com a tradutora Marina Fragano Baird.</p>
<p>&#8220;Você já se imaginou assistindo aos filmes antes de todo mundo? Pensou em ver obra que ainda nem entrou em cartaz nos cinemas ou que só é veiculada em círculos restritos? Ou em conhecer em primeira mão aquela película da Europa que foi debatidíssima? Marina Fragano Baird, 53, faz tudo isso e, não, ela não é exatamente uma cinéfila&#8230;&#8221;</p>
<p>Leia a íntegra <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL195378-5604,00-VIAJAR+E+CONHECER+CULTURAS+AJUDAM+NO+TRABALHO+DIZ+TRADUTORA.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Brasil decide dizer &#8216;não&#8217; ao padrão OpenXML proposto pela Microsoft</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/12/25/brasil-decide-dizer-nao-ao-padrao-openxml-proposto-pela-microsoft/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 15:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigo de Nando Rodrigues, na revista PC World
&#8220;Comissão técnica brasileira rejeita o padrão de documentos proposto pela Microsoft, que preferiu não se manifestar&#8230;&#8221;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <a href="http://pcworld.uol.com.br/noticias/2007/08/23/idgnoticia.2007-08-23.2514703000/">artigo de Nando Rodrigues, na revista PC World</a></p>
<p>&#8220;Comissão técnica brasileira rejeita o padrão de documentos proposto pela Microsoft, que preferiu não se manifestar&#8230;&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Alguns tradutores não querem dar entrevista para o Legendar.com.br. Sabe por quê?</title>
		<link>http://www.legendar.com.br/2007/12/05/alguns-tradutores-nao-querem-dar-entrevista-para-o-site-sabem-por-que/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 10:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Já aconteceu duas vezes. Chamei alguns tradutores muito conceituados no mercado para darem entrevistas para o site, e eles não aceitaram. Disseram que só aceitariam fazer entrevistas como as da série &#8220;Perfis de tradutores&#8221;, mas nada mais profundo. Pensei que fosse por medo de exposição na Internet ou coisa parecida, mas não é.
Coincidentemente, as duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já aconteceu duas vezes. Chamei alguns tradutores muito conceituados no mercado para darem entrevistas para o site, e eles não aceitaram. Disseram que só aceitariam fazer entrevistas como as da série &#8220;Perfis de tradutores&#8221;, mas nada mais profundo. Pensei que fosse por medo de exposição na Internet ou coisa parecida, mas não é.</p>
<p>Coincidentemente, as duas respostas foram algo como &#8220;Não quero dar uma entrevista amarga, que passe a sensação de baixo-astral.&#8221; Não fizemos as entrevistas, mas o fato de que bons tradutores que trabalham em tempo integral com legendagem estarem tendo MUITA dificuldade para se sustentarem, quanto menos para sustentarem suas famílias, já é uma notícia em si.</p>
<p>Isso precisa mudar. Alguém tem alguma sugestão de trazer mudanças ao mercado de legendagem brasileiro? Se sentir necessidade, pode escrever de forma anônima.</p>
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		<title>Perfis de Tradutores &#8211; Mariana Lopes</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>legendar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A ENTREVISTADA: Mariana Lopes
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?
Eu gosto muito de ver TV. Acho que é por isso que gosto tanto de trabalhar com tradução para legendagem. Por mais que o programa ou filme que eu esteja fazendo tenha um conteúdo que não me interesse tanto, só o fato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ENTREVISTADA: Mariana Lopes</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Por você mesmo: quem é você em um parágrafo (pequeno)?</strong><br />
Eu gosto muito de ver TV. Acho que é por isso que gosto tanto de trabalhar com tradução para legendagem. Por mais que o programa ou filme que eu esteja fazendo tenha um conteúdo que não me interesse tanto, só o fato de estar assistando a alguma coisa já me deixa à vontade. Gosto muito da tradução em si, pois acho que é um trabalho que ajuda as pessoas que não entendem nada de uma língua a entender alguma coisa.</p>
<p><strong>A partir de que idiomas você traduz? Faz versão?</strong><br />
Eu traduzo apenas do inglês para o português. Versões são raríssimas e escritas, não legendadas.</p>
<p><strong>GOOD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Quais os filmes ou séries mais legais que você traduz/traduziu?</strong><br />
Gostei muito de traduzir &#8220;De Volta para o Futuro&#8221; I e II. Sempre gostei <span id="more-68"></span>muito desses filmes. Gostei de traduzir também uma série chamada &#8220;Crianças do Milênio&#8221;. Era sobre crianças de diferentes lugares e classes do Reino Unido que nasceram no ano 2000. A produção acompanhava as crianças, e cada episódio abordava um tema. Muito interessante.</p>
<p><strong>Quais softwares você usa para legendar? Odeia ou ama algum deles?</strong><br />
Eu uso o Subtitle Workshop. Já usei o Subt-it, mas tive que mudar por questões de conversão de arquivo. Achava o Subt-it mais fácil para timear, pois só precisava usar uma tecla, mas o processo de timing em si do Subtitle Workshop é mais fácil. Eu sou uma pessoa muito adaptável, então, se eu tiver que mudar de software de novo, não vou me incomodar.</p>
<p><strong>Quais dicionários você costuma consultar?</strong><br />
Cambridge Dictionary e Michaelis.</p>
<p><strong>BAD COP</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<strong>Scripts servem para alguma coisa?</strong><br />
Servem para tirar dúvidas. De vez em quando. Muitas vezes, o script só confunde. Eu confio muito mais nos meus ouvidos.</p>
<p><strong>Qual o pior filme que você já legendou?</strong><br />
Era uma série chamada &#8220;The World&#8217;s Wackiest Sports&#8221;. Três babacas machistas e preconceituosos ficavam vendo TV, procurando esportes idiotas de outros lugares no mundo para copiar. Geração &#8220;Jackass&#8221; em decadência.</p>
<p><strong>Qual o trecho ou frase mais intraduzível você já traduziu? </strong><br />
Não estou lembrando agora, mas geralmente são aquelas piadas que não fazem o menor sentido em português.</p>
<p><strong>Legendar é ___________________ ? (Preencha a lacuna)</strong><br />
Ter que explicar que eu não faço dublagem e ouvir que todas as legendas são uma porcaria.</p>
<p><strong>JABÁ</strong><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Você anima festas infantis, vende salgadinhos, canta na noite ou faz algum outro bico? Quer deixar contato no site?<br />
</strong>Eu poderia dar aula, mas não tenho tempo. De repente, ano que vem&#8230;</p>
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